
Acende o Crepúsculo
Gal Costa
Dualidade e urbanidade em “Acende o Crepúsculo” de Gal Costa
“Acende o Crepúsculo”, interpretada por Gal Costa, destaca a convivência entre o humano e o tecnológico, um tema central na canção. Quando Gal canta “Sou de carne e osso e eletrônica”, a letra expressa o contraste entre sensibilidade e modernidade, refletindo a experiência de viver em uma época marcada pela tecnologia. Essa abordagem, criada por Marina Lima e Antonio Cicero, mistura arte e técnica, mostrando como o ser humano se adapta e se reinventa diante das mudanças do mundo.
A música também aborda o amor de forma ousada e realista. O verso “Que o amor é só roleta-russa” sugere que as relações são imprevisíveis e arriscadas, sem garantias, apenas improviso. Isso dialoga com o espírito experimental dos anos 1980 na música brasileira, período em que a canção foi lançada. A menção a Cubatão, cidade industrial famosa por seus problemas ambientais, traz uma crítica social: ao pedir para “acender o crepúsculo de Cubatão”, a letra propõe transformar um ambiente duro e poluído em algo mais poético e vivo. Elementos como “Toma um kamicase” e “Me leva pro Japão” reforçam o tom moderno e globalizado da música, mostrando que, mesmo em meio à crise e à complexidade urbana, é possível encontrar leveza e novas possibilidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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