
Canção Que Morre no Ar
Gal Costa
A efemeridade do amor em “Canção Que Morre no Ar” de Gal Costa
“Canção Que Morre no Ar”, interpretada por Gal Costa, explora de forma sensível a transitoriedade dos sentimentos e dos momentos vividos. Logo no início, o verso “Morre no ar / Um resto de canção” já indica que a música trata do fim de algo belo, mas passageiro, usando a canção como metáfora para emoções intensas que, inevitavelmente, se dissipam. A letra associa a beleza da música ao próprio amor, mostrando que ambos podem ser profundos, mas também frágeis e temporários.
A dualidade entre intensidade e serenidade aparece em “um rosto tão sereno / tão quieto de paixão”, sugerindo uma paixão que existe de forma contida, quase silenciosa. O trecho “Brinca no ar / Um sempre mesmo adeus” reforça a ideia de despedida constante, como se o fim estivesse sempre presente, mesmo nos momentos de alegria. Já em “Meus olhos são teus olhos / Para nos ver”, a letra sugere uma conexão profunda, onde o amor permite enxergar o mundo pelo olhar do outro, ainda que essa união também seja passageira. Imagens como “O pranto que desliza / No seio de uma flor” unem tristeza e delicadeza, mostrando que a melancolia faz parte da beleza desses instantes. Assim, a música celebra a intensidade dos momentos de amor, mesmo sabendo que eles são breves, como uma canção que se desfaz no ar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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