
Aquarela do Brasil
Gal Costa
Orgulho e identidade nacional em “Aquarela do Brasil”
“Aquarela do Brasil”, interpretada por Gal Costa, transforma elementos do cotidiano e da cultura brasileira em símbolos de orgulho nacional. Imagens como “o coqueiro que dá coco” e “o samba que dá bamboleio” criam uma atmosfera de celebração e pertencimento, destacando aspectos marcantes do país. O verso “abre a cortina do passado / tira a mãe preta do cerrado / bota o rei congo no congado” faz referência direta à herança africana e à miscigenação, reconhecendo a importância das raízes negras na formação da identidade brasileira. Esse reconhecimento era inovador e ousado na época em que a música foi composta por Ary Barroso.
A letra também exalta a beleza natural e humana do Brasil, como em “terra boa e gostosa / da morena sestrosa / de olhar indiscreto”, evocando o clima tropical e a alegria do povo. Expressões como “meu mulato inzoneiro” e “Brasil lindo e trigueiro” reforçam a valorização da diversidade étnica. O samba, citado várias vezes, é apresentado como a essência musical do país. Na versão de Gal Costa, lançada em 1980, arranjos modernos renovaram o clássico sem perder o tom nostálgico e celebratório, ajudando a perpetuar o legado de Ary Barroso e reafirmando o sentimento de orgulho e amor pelo Brasil que a canção transmite.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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