
As Borboletas
Gal Costa
“As Borboletas” em cores, luz e descobertas infantis
“As Borboletas”, na voz de Gal Costa, transforma cores em personagens para apresentar, de forma lúdica, a relação entre luz e escuridão. Dentro do projeto infantil A Arca de Noé — poemas de Vinicius de Moraes musicados (aqui por Cid Azeredo Campos) e interpretados por diversos artistas — a canção usa linguagem simples para estimular a imaginação. A letra enumera cores e lhes atribui traços afetivos: “brancas” são “alegres e francas” (clareza e sinceridade), “azuis” “gostam muito de luz” (afinidade com o brilho do dia), “amarelinhas” são “bonitinhas” (ternura), enquanto as “pretas” trazem o comentário “Ó, que escuridão”. Esse verso não julga; apenas apresenta o escuro como sensação forte e curiosa, ampliando o repertório das crianças sobre o dia e a noite.
A repetição “Borboletas, borboletas” e os versos curtos criam ritmo de cantiga e facilitam a memorização, reforçando o tom de brincadeira. As imagens de luminosidade — “Brincam na luz” e “gostam muito de luz” — acendem uma cena de movimento e alegria, e a menção à “escuridão” acrescenta contraste sensorial sem medo. O equilíbrio entre claridade e sombra dá forma a uma pequena narrativa descritiva, carinhosa e direta que, fiel ao espírito de A Arca de Noé, transforma a observação do mundo em jogo de palavras e sons acessível às crianças.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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