
Pingacho
Galandum Galundaina
Tradição e celebração comunitária em “Pingacho”
Em “Pingacho”, do Galandum Galundaina, a repetição do verso “Por beilar l pingacho, dórun-m'un rial” (“Por dançar o pingacho, dão-me um rial”) destaca como a dança tradicional do pingacho era valorizada socialmente, sendo até recompensada com uma pequena quantia. Isso sugere que o pingacho não era apenas uma expressão cultural, mas também desempenhava um papel importante nas festas e encontros das Terras de Miranda, promovendo integração e celebração entre os participantes.
A letra traz um tom leve e descontraído, com versos como “beila-lo, que te quiero un pouquito” (“dança-o, que eu te quero um pouquinho”) e “ora si que te quiero morena, ora si que te quiero salada” (“agora sim que eu te quero, morena, agora sim que eu te quero, charmosa”), transmitindo um clima de flerte e brincadeira. As diferentes formas de dançar mencionadas — “de lhado, de l outro ancostado, i de delantreira, tamien de traseira” (“de lado, do outro encostado, e de frente, também de trás”) — reforçam a ideia de uma dança animada e cheia de interação. O Galandum Galundaina, ao interpretar “Pingacho”, reafirma seu compromisso com a preservação da música mirandesa, valorizando a língua e os instrumentos típicos, e mantendo viva uma tradição que conecta gerações de forma alegre e acessível.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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