
Deusa Cunhã
Boi Garantido
A força e ancestralidade feminina em “Deusa Cunhã” do Boi Garantido
“Deusa Cunhã”, do Boi Garantido, é uma homenagem à mulher indígena, especialmente à figura da Cunhã Poranga, símbolo de beleza e força no Festival de Parintins. A música utiliza termos como “puraci-sauá” (filha do sol) e cita instrumentos tradicionais, como tamurá, maracá, carriço e ireru, reforçando a ligação com a cultura ancestral dos povos da floresta. Ao exaltar a “deusa cunhã” que surge para dançar, a letra coloca a mulher no centro da tradição e da identidade do Boi Garantido, chamando-a de “herdeira da glória vermelha” e “exuberante rainha” da nação vermelha.
A canção cria uma atmosfera vibrante ao descrever a dança e a beleza da cunhã, destacando sua presença sob o luar: “Iluminada pelos olhos hipnotizados do luar / Que a segue e se perde na imagem mais bela / De toda floresta”. A letra também ressalta o papel espiritual e simbólico da mulher, vista como “a própria encarnação cunhã da glória de mulher” e consagrada pelos deuses da floresta. Assim, “Deusa Cunhã” vai além do elogio à beleza física, tornando-se um tributo à força, ancestralidade e ao papel central da mulher indígena na cultura amazônica e no universo do Boi Garantido.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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