
A Internacional
Garotos Podres
Releitura punk de "A Internacional" pelos Garotos Podres
A escolha de "A Internacional" pelos Garotos Podres evidencia o compromisso político da banda e sua intenção de trazer um hino histórico do movimento operário para o contexto brasileiro e o universo do punk rock. A versão do grupo mantém o tom direto e combativo da letra original, reforçando o chamado à ação coletiva dos trabalhadores. Versos como “De pé, ó vítimas da fome” e “Se nada somos em tal mundo, sejamos tudo, ó produtores” funcionam como um convite para que os oprimidos deixem a passividade e assumam o protagonismo na luta por justiça social.
A letra critica abertamente a desigualdade e a estrutura de poder, denunciando a proteção legal aos crimes dos ricos (“O Crime do rico a lei o cobre / O estado esmaga o oprimido”) e a apropriação da riqueza produzida pelos trabalhadores (“Todo o produto de quem sua / A corja rica o recolheu”). O refrão “Bem unidos façamos / Nesta luta final / Uma terra sem erros / A internacional” resume o ideal de união global dos trabalhadores para construir uma sociedade igualitária. Metáforas como “parasita” para os exploradores e a referência à “greve de soldados” ampliam o sentido de resistência, mostrando que a luta deve acontecer em todos os níveis, inclusive contra a repressão militar. Ao inserir "A Internacional" em seu repertório, os Garotos Podres reafirmam a atualidade da mensagem e a importância da resistência coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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