
Aos Fuzilados Da C.S.N.
Garotos Podres
Resistência e esperança em "Aos Fuzilados Da C.S.N."
A música "Aos Fuzilados Da C.S.N." do Garotos Podres aborda de forma direta a repressão violenta sofrida por trabalhadores, especialmente durante o Massacre de Volta Redonda, em 1988, quando operários da CSN foram mortos durante uma greve. O verso “Mas por mais rosas que os poderosos matem, nunca conseguirão deter a Primavera!” usa a primavera como símbolo de renovação e resistência, mostrando que, apesar da brutalidade do Estado, a esperança e a luta por justiça persistem.
A letra faz referência aos trabalhadores marginalizados, como em “Aos que habitam cortiços e favelas”, destacando sua capacidade de sonhar mesmo diante da repressão e das condições adversas. Ao citar “fuzilados da CSN”, “torturados no DEOPS” e “espancados na greve”, a música amplia o olhar para diferentes formas de violência enfrentadas por operários e camponeses na história do Brasil, conectando lutas de diferentes épocas. O trecho sobre o sangue “vermelho da fúria amordaçada” reforça a identidade de classe e a indignação dos trabalhadores. O refrão “Pois o futuro vos pertence!” funciona como um incentivo, afirmando que a luta dos trabalhadores é legítima e pode transformar a sociedade. Assim, Garotos Podres unem denúncia, memória e esperança, mostrando a música como ferramenta de resistência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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