
Anistia
Garotos Podres
Protesto contra a impunidade em "Anistia" dos Garotos Podres
Em "Anistia", os Garotos Podres expressam uma crítica direta à Lei da Anistia de 1979, que perdoou tanto opositores quanto agentes do Estado envolvidos em crimes durante a ditadura militar brasileira. Logo nos primeiros versos, a banda deixa clara sua insatisfação: "Não queremos anistia aos torturadores / Não queremos que os assassinos fiquem impunes". Essa postura evidencia o repúdio à equiparação entre vítimas e responsáveis pelas violações dos direitos humanos, destacando a indignação com a impunidade garantida aos agentes do regime.
A letra utiliza imagens fortes para reforçar o impacto coletivo da repressão, como em "amordaçaram e torturaram toda uma nação". Aqui, a banda mostra que a violência do período não afetou apenas indivíduos, mas deixou marcas profundas em toda a sociedade. O questionamento "Como poderíamos perdoá-los se os cadáveres ainda estão fedendo e as suas mãos ainda estão sujas de sangue" ressalta que os crimes do passado permanecem vivos na memória coletiva, e que a justiça ainda não foi feita. Assim, "Anistia" se apresenta como um protesto contra o esquecimento e a complacência diante das atrocidades cometidas durante a ditadura, exigindo responsabilização e memória histórica.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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