
Proletários
Garotos Podres
Crítica social e união em "Proletários" dos Garotos Podres
Em "Proletários", os Garotos Podres fazem uma crítica direta à manipulação ideológica das classes dominantes, algo muito presente no contexto do punk brasileiro dos anos 80, especialmente no ABC paulista. A recusa em "acreditar em nenhuma teoria" e nas "falsas verdades da elite minoria" mostra o descontentamento com discursos oficiais usados para manter a opressão e a desigualdade. A banda incentiva os trabalhadores a rejeitarem essas narrativas impostas e buscarem sua própria emancipação.
A letra propõe uma ruptura com as estruturas tradicionais de poder, como fica claro nos versos "arreiem todas bandeiras, destruam todas as fronteiras". Aqui, a ideia é superar divisões nacionais e ideológicas que só servem para fragmentar a classe trabalhadora. Quando dizem que os generais ficam "sem exércitos", os patrões "sem empregados" e os demagogos "sem nossos votos", a música imagina um cenário de resistência coletiva, onde a união dos trabalhadores enfraquece os mecanismos de controle social e político. O chamado final para que os "proletários de todo mundo marchem ombro a ombro, de cabeças erguidas" reforça a mensagem de solidariedade internacional e orgulho de classe, refletindo o espírito de luta do punk brasileiro e a trajetória dos Garotos Podres.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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