
Samba Enredo 1993 - a Chave No Tempo
G.R.E.S. Gaviões Da Fiel (SP)
Conexão ancestral e celebração em “Samba Enredo 1993 - a Chave No Tempo”
"Samba Enredo 1993 - a Chave No Tempo", do G.R.E.S. Gaviões Da Fiel (SP), mistura elementos místicos e culturais para criar uma narrativa que ultrapassa o Carnaval. A música faz referência a símbolos como Iemanjá e as sereias, conectando passado, presente e futuro. O verso “a chave no tempo girou sem parar” sugere uma viagem simbólica por diferentes épocas, onde a sabedoria e o poder das tradições antigas são revisitados e celebrados. O pedido para que Iemanjá “abra meus caminhos” e o mergulho no mar reforçam a ligação com as raízes afro-brasileiras e a busca por proteção espiritual, destacando a importância da ancestralidade e da conexão com o sagrado no samba-enredo.
A letra também aborda a valorização da natureza e a necessidade de preservação ambiental, como em “Iluminando a floresta / Preserve o que resta / Pra não acabar”. Essa passagem aproxima o enredo de questões atuais, mostrando que o Carnaval pode ser espaço de reflexão e conscientização. Ao mesmo tempo, a música mantém o tom festivo e nostálgico, celebrando a alegria do desfile e o espírito de união, como em “É momo entrando em festa / Sorrindo e dançando / Me ponho a cantar”. O refrão final, com versos como “Me aperta, me enrosca, no vai e vem / Me abraça e me chama de meu bem”, reforça o clima de proximidade, afeto e entrega coletiva, tornando a canção um convite à celebração da vida e da diversidade cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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