
Coração de Plástico
Genival Santos
Resiliência e honestidade em "Coração de Plástico"
Em "Coração de Plástico", Genival Santos utiliza a metáfora do "coração de plástico" para falar sobre resiliência emocional diante do sofrimento amoroso. Ao dizer que só alguém com "sangue de barata" ou "coração de plástico" suportaria mais do que ele, o cantor sugere que aguentar tantas decepções só seria possível para quem não sente de verdade, ou seja, para pessoas insensíveis ou artificiais. Essa comparação destaca o limite do personagem diante da dor, mostrando que ele reconhece sua humanidade e não consegue ser indiferente ao sofrimento.
A letra é marcada pela sinceridade, especialmente quando o eu lírico admite: "Sei que errei, sou réu confesso e não vou negar". Aqui, o foco não está apenas na culpa, mas também na vontade de superar. O verso "Pouco importa ganhar ou perder, pouco importa eu quero é viver" mostra uma postura de aceitação e desejo de seguir em frente, independentemente das mágoas do passado. Essa abordagem reflete o estilo romântico e brega de Genival Santos, que trata das desilusões amorosas com honestidade, mas também com força para continuar vivendo apesar das decepções.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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