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Pearl Fishers - Au Fond Du Temple Saint

Georges Bizet

Amizade e renúncia em "Pearl Fishers - Au Fond Du Temple Saint"

Em "Pearl Fishers - Au Fond Du Temple Saint", de Georges Bizet, o ponto central é como a lembrança de um amor proibido fortalece a amizade entre Nadir e Zurga, em vez de separá-los. A letra mostra os dois amigos relembrando o momento em que ambos se apaixonaram por uma sacerdotisa misteriosa, descrita como uma deusa envolta em véu. O fascínio que ela desperta na multidão aparece no trecho: “La foule prosternée / La regarde, entonée / Et murmure tous bas: / Voyez, c'est la déesse!” (A multidão prostrada / A observa, emocionada / E murmura baixinho: / Vejam, é a deusa!).

No contexto da ópera, mesmo apaixonados, Nadir e Zurga prometem abrir mão desse amor para preservar a amizade. A música tem um tom solene, reforçado pela melodia e harmonias que transmitem tanto o encanto pela figura feminina quanto a emoção do reencontro e da promessa de lealdade. O compromisso entre eles fica claro em “Et fidèle à ma promesse, / Comme un frère je veux te chérir!” (E fiel à minha promessa, / Como um irmão quero te estimar!), enquanto “Soyons unis jusqu'à la mort!” (Sejamos unidos até a morte!) destaca a força desse laço. O dueto, assim, celebra não só o mistério do amor, mas principalmente a importância da amizade e da palavra dada, temas centrais na obra de Bizet.

Composição: Georges Bizet. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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