
Les Eaux de Mars
Georges Moustaki
Renovação e ciclos da vida em “Les Eaux de Mars”
Em “Les Eaux de Mars”, Georges Moustaki adapta a canção original de Tom Jobim, mantendo a estrutura de enumeração para destacar a dualidade da existência. A letra alterna imagens de renovação e decadência, como em “un arbre millénaire” (uma árvore milenar) e “un tronc qui pourrit” (um tronco que apodrece), mostrando que vida e morte fazem parte de um mesmo ciclo. A repetição de frases como “Un pas, une pierre, un chemin qui chemine” (Um passo, uma pedra, um caminho que caminha) reforça a ideia de que tudo está interligado e em constante movimento.
A música utiliza metáforas simples e cotidianas para abordar temas universais, como a transitoriedade e a renovação. As “eaux de mars” (águas de março) simbolizam o fim do inverno e o início de um novo ciclo, trazendo a “promesse de vie” (promessa de vida). Imagens como “la neige qui fond” (a neve que derrete) e “la saison des pluies” (a estação das chuvas) reforçam a transformação constante da natureza. Ao mesmo tempo, elementos como “un serpent qui attaque” (uma cobra que ataca) e “une entaille au talon” (um corte no calcanhar) lembram que o ciclo da vida inclui tanto desafios quanto esperança.
No trecho final, a mistura de versos em francês e português destaca a universalidade do tema e a conexão entre culturas. Assim, “Les Eaux de Mars” convida o ouvinte a refletir sobre a natureza cíclica da existência, mostrando que tudo é passageiro, mas também portador de renovação e promessa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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