
Caravana
Geraldo Azevedo
Reflexão sobre impermanência e movimento em “Caravana”
Em “Caravana”, Geraldo Azevedo explora a ideia de que a vida é marcada pelo nomadismo e pela constante mudança. A metáfora “a vida é cigana” destaca essa visão, sugerindo que a existência é feita de deslocamentos e de uma recusa em se apegar ao passado. Ao comparar a vida a uma “caravana” e a uma “pedra de gelo ao sol”, a música reforça a noção de impermanência, mostrando que tudo é passageiro e que hesitar pode impedir o aproveitamento do presente. O trecho “degelou teus olhos tão sós / num mar de água clara” indica um momento de clareza emocional, como se aceitar a transitoriedade trouxesse leveza e sinceridade ao olhar para a vida.
A parceria entre Alceu Valença, responsável pela letra, e Geraldo Azevedo, que compôs a melodia, contribui para o tom reflexivo da canção, mas sem perder a objetividade. A mensagem é direta ao incentivar o ouvinte a seguir em frente, sem se prender a dúvidas ou medos. O refrão repetido reforça esse convite ao movimento contínuo, enquanto imagens como “velas no cais” evocam partidas e novos começos, celebrando a beleza do desconhecido. O fato de “Caravana” ter sido incluída em trilhas sonoras e regravada por outros artistas mostra como seu tema de transitoriedade e renovação permanece atual e inspirador.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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