
Berekekê
Geraldo Azevedo
A Magia e a Natureza em 'Berekekê' de Geraldo Azevedo
A música 'Berekekê' de Geraldo Azevedo é uma celebração poética da natureza, do amor e da cultura indígena brasileira. A letra começa com um refrão repetitivo e onomatopaico, 'Erumbekum berekekê, Erumbekum berekeká', que remete aos sons da natureza, possivelmente evocando o canto dos sapos ou rãs, criando uma atmosfera mística e natural.
Azevedo utiliza metáforas e imagens ricas para expressar a saudade e o desejo. Ele menciona 'muitos sóis' e 'muitas luas' para indicar a passagem do tempo e a ausência de um ente querido. As 'estrelas queimando nos mares do meu desejo' sugerem uma paixão intensa e ardente. A dualidade entre o 'açúcar' e o 'amargor da realeza' pode simbolizar as diferentes facetas do amor e da vida, onde há momentos doces e amargos.
A música também faz referências culturais e naturais, como o 'cocar de penas' e a 'primeira missa profana', que evocam a cultura indígena e a colonização. A 'silvestre abelha' que beija pode simbolizar a pureza e a simplicidade do amor natural. Azevedo se identifica com a natureza, quase se tornando um 'índio' e mencionando elementos como 'Amazonas', 'olho d'água' e 'arco-íris'. A paixão é descrita como 'índia' e a canção como 'negra', unindo diferentes heranças culturais e naturais em uma celebração de luz e calor.
A música 'Berekekê' é uma ode à beleza da natureza e à complexidade do amor, utilizando uma linguagem rica em imagens e metáforas para criar uma experiência sensorial e emocional profunda.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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