
Era Casa Era Jardim
Geraldo Azevedo
A Nostalgia Poética de 'Era Casa Era Jardim' de Geraldo Azevedo
A música 'Era Casa Era Jardim' de Geraldo Azevedo é uma ode à nostalgia e à simplicidade da vida. A letra nos transporta para um cenário bucólico e idílico, onde a casa e o jardim são símbolos de um tempo mais simples e harmonioso. A presença de elementos como 'noites e um bandolim' e 'um cheiro de jasmim' evocam uma atmosfera de tranquilidade e beleza natural, sugerindo um refúgio do mundo moderno e suas complexidades.
Azevedo utiliza metáforas e imagens poéticas para criar um contraste entre o real e a fantasia. A 'melodia e madrigal' e o 'telhado um pombal' são representações de uma vida cheia de música e simplicidade, onde os pequenos prazeres são valorizados. No entanto, a linha 'E ninguém nem percebia que o real e a fantasia se separam no final' traz uma reflexão mais profunda sobre a inevitável separação entre o ideal e o real, sugerindo que, por mais que tentemos viver em um mundo de sonhos, a realidade sempre se impõe.
Geraldo Azevedo, conhecido por sua habilidade em mesclar ritmos nordestinos com uma sensibilidade poética, cria uma canção que é ao mesmo tempo um lamento e uma celebração. A repetição do 'Lara-larara-larara' no final da música reforça a ideia de um ciclo contínuo, onde a nostalgia e a realidade coexistem. A música nos convida a valorizar os momentos simples e a beleza que pode ser encontrada no cotidiano, mesmo quando confrontados com as duras realidades da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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