
Sete Cantigas Para Voar
Geraldo Azevedo
Liberdade e esperança no sertão em “Sete Cantigas Para Voar”
Em “Sete Cantigas Para Voar”, Geraldo Azevedo utiliza o azulão como símbolo de liberdade e esperança, especialmente no contexto do sertão nordestino. O refrão “Voa, voa, azulão” funciona como um chamado para superar as dificuldades do cotidiano, sugerindo que, mesmo diante das limitações impostas pela vida no sertão, é possível sonhar e buscar a liberdade por meio da música, do amor ou da imaginação.
A letra apresenta diferentes cenas do cotidiano nordestino, como a “cantiga de campo de concentração”, que, apesar do nome impactante, expressa sentimentos de saudade e a experiência de quem vive ou viaja pelo sertão. A “cantiga de roça de um cego apaixonado” valoriza a simplicidade e a beleza das pequenas alegrias, como uma flor no cabelo. Já a “cantiga de ninar” mistura inocência e travessura, mostrando como as histórias do dia a dia se conectam ao desejo de felicidade. A “cantiga de índio que perdeu sua taba” aborda a dor da perda e a resistência cultural, destacando a importância de respeitar as raízes e tradições. Em todas essas passagens, o azulão aparece como metáfora do desejo de voar acima das adversidades e celebrar a vida, mesmo diante das dificuldades do sertão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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