
Moça Bonita
Geraldo Azevedo
Sensualidade e mistério feminino em “Moça Bonita”
Em “Moça Bonita”, Geraldo Azevedo utiliza imagens sensoriais como “botão de laranjeira” e “cheiro de café” para descrever a presença da mulher admirada. Esses elementos vão além do elogio à aparência física, trazendo à tona tanto a delicadeza quanto a intensidade do desejo. Ao misturar inocência e sensualidade, a letra reforça a feminilidade e o mistério da moça, que se mostra ao mesmo tempo próxima e enigmática, despertando fascínio e confusão em quem a observa.
A canção constrói um clima de admiração quase hipnótica, em que o narrador se perde entre o real e o imaginado. Ao comparar o brilho dos olhos da moça à “estrela matutina” e ao “brilho puro da fé”, a música sugere uma pureza quase sagrada, mas logo questiona se esse encanto é algo transcendental ou apenas fruto do magnetismo feminino. O refrão “Eu também não sei se é” destaca essa incerteza, mostrando como o fascínio pode confundir a percepção. Já o verso “Seu beijo pode me matar sem compaixão” revela o poder arrebatador do desejo e a vulnerabilidade diante do amor. Assim, “Moça Bonita” celebra a beleza e o mistério feminino, usando imagens sensoriais para expressar o encantamento e a dúvida que acompanham a paixão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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