Último Regresso
Getúlio Cavalcanti
Memória e resistência cultural em “Último Regresso”
“Último Regresso”, de Getúlio Cavalcanti, aborda a despedida de um bloco carnavalesco com uma mistura de melancolia e esperança. A música expressa o medo do fim de uma tradição, como no verso “Falam tanto que meu bloco está, dando adeus pra nunca mais sair”, que revela a preocupação com o desaparecimento de manifestações culturais importantes para o Carnaval de Recife. As pastoras, figuras centrais do frevo de bloco, aparecem pedindo para não serem esquecidas: “suas pastoras vão pedir: Não deixem não, que o bloco campeão, guarde no peito a dor de não cantar”. Esse pedido representa a luta contra o esquecimento e a valorização das raízes culturais da região.
A canção também celebra a beleza do Carnaval pernambucano, destacando o amanhecer e o som das “pastorinhas mil”, que evocam alegria e pertencimento. O trecho “Um bloco a mais é um sonho que se faz o pastoril da vida singular” compara o bloco à própria trajetória de vida, reforçando que cada expressão cultural é única e insubstituível. Dessa forma, “Último Regresso” se consolida como um tributo à tradição, à coletividade e à esperança de que a festa e suas memórias permaneçam vivas no coração do povo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Getúlio Cavalcanti e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: