
Banda Um
Gilberto Gil
Mistura cultural e celebração em “Banda Um” de Gilberto Gil
O título “Banda Um” já mostra a intenção de Gilberto Gil de brincar com duplos sentidos. Além de apresentar sua nova banda, o nome faz referência à Umbanda, religião conhecida pelo sincretismo. Isso antecipa a proposta da música: misturar culturas, ritmos e tradições. Nos versos “Banda Um que é África, que é Báltica, que é Céltica / UmBanda América do Sul”, Gil destaca a diversidade de influências, reforçando a ideia de uma música universal, aberta e celebratória, alinhada ao espírito do álbum e à busca do artista por uma expressão musical sem fronteiras.
A letra tem um clima leve e festivo, com repetições e onomatopeias que lembram a energia de um show ao vivo. Gil cita lugares como Zanzibar, Baixo Leblon e Cariri, além de personagens como o “negro zanzibárbaro” e a “loura blumenáutica”, misturando nacionalidades, etnias e estilos de vida para transmitir diversidade e alegria. O verso “Banda Um que soa um barato pra qualquer pessoa / UmBanda pessoa afins” reforça a ideia de inclusão e celebração coletiva. Metáforas como “Banda Um surfística nas ondas da manhã nascente” e “Banda Um que ecoa uma cachoeira desabando” transmitem movimento e vitalidade. Ao citar referências culturais e religiosas como “Ilê Ayiê” e “Malê”, Gil celebra a riqueza da cultura brasileira e mundial, fazendo de “Banda Um” um convite à dança, à convivência e à celebração da pluralidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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