
Canto do Lobo (part. Edu Lobo)
Gilson Peranzzetta
Dualidade e arte em “Canto do Lobo (part. Edu Lobo)”
“Canto do Lobo (part. Edu Lobo)”, de Gilson Peranzzetta, explora a dualidade presente na experiência humana, usando imagens como “rosa e punhal” e “o bem e o mal”. Essas expressões representam os contrastes entre beleza e perigo, virtude e transgressão, além de refletirem os conflitos internos que todos enfrentam. Quando a letra diz “Somos os tratores, invasores / As notícias dos jornais / Sonhando em paz”, há uma crítica à ação humana sobre o mundo, mostrando o contraste entre destruição e o desejo de harmonia. Isso convida o ouvinte a pensar sobre seu papel na sociedade e as consequências de suas escolhas.
A música também destaca o poder transformador da arte. Versos como “Tens a magia da criação / A fantasia da sedução / Pra iluminar os salões que estão lá fora” e “O teu choro é a canção pra despertar” mostram como a expressão artística pode dissipar tristezas e inspirar mudanças. A parceria entre Gilson Peranzzetta e Edu Lobo, dois nomes importantes da música brasileira, reforça essa mensagem: a canção se torna um espaço de reflexão e celebração da criatividade. Ao afirmar “Nossos valores não tem cores, têm diversos sons, diversos tons / Semeamos sonhos, pra que pressa de acordar?”, a música sugere que a arte ultrapassa fronteiras e diferenças, sendo fonte constante de esperança e renovação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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