
Última Vida Submarina
Giovani Cidreira
Solidão e autoconhecimento em “Última Vida Submarina”
Em “Última Vida Submarina”, Giovani Cidreira utiliza a imagem do submarino como metáfora para o isolamento, mostrando que esse afastamento não é apenas uma fuga, mas também um espaço necessário para autoconhecimento e sobrevivência emocional. O mergulho interno sugerido na canção reflete a necessidade de se recolher para lidar com perdas e incertezas. Isso fica claro nos versos: “Meu submarino sou eu / Minha força de sonhar sou eu também / Porque quando todos vão embora / Eu me tranco aqui, e tudo bem”, onde o artista expressa como o isolamento pode ser uma forma de proteção e reconstrução pessoal.
A letra aborda ainda a dificuldade de enfrentar mudanças inesperadas e o medo do futuro, como em “Alguma coisa mudou nosso vento / Ninguém soube a hora certa / Ninguém vai tentar de novo”. O sentimento de culpa e a ansiedade aparecem em “Essa culpa percorrendo a calma / Sua falta me deixando mudo / E as ideias corroendo a casa / E o futuro me fazendo um medo”. O trecho “Eu vou te guardar em tudo que não foi / Mas que eu tanto fui, que eu tanto quis” revela o apego ao que não se realizou, reforçando o tom melancólico e reflexivo da música. Ao final, a canção sugere que, mesmo diante das portas fechadas e das mudanças, existe uma força interna que permite seguir em frente, ainda que seja preciso se recolher e se reinventar para isso.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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