
A Arte De Fazer Inimigos
Gloria
Resistência e autenticidade em “A Arte De Fazer Inimigos”
Em “A Arte De Fazer Inimigos”, da banda Gloria, a repetição do verso “A arte de fazer inimigos, eu sou muito bom em fazer inimigos” destaca uma postura de aceitação e até orgulho diante dos conflitos que surgem ao se manter fiel a si mesmo. A música sugere que, ao lutar pelos próprios sonhos e não se submeter às expectativas alheias, é natural atrair oposição e hostilidade. O trecho “país do carnaval” ironiza a imagem do Brasil como um lugar apenas de festa, chamando atenção para as dificuldades reais enfrentadas no cotidiano.
O tom combativo aparece em versos como “Eu sempre acordo pra brigar / E não desisto de sonhar”, mostrando que a luta não é só contra inimigos externos, mas também contra o desânimo e a pressão para desistir. A palavra “poeira”, usada como obstáculo que “atrapalha” e “sufoca”, reforça a sensação de sufocamento social, mas também evidencia a resiliência de quem não se deixa abater. A música transforma a hostilidade dos outros em motivação, encarando a adversidade como parte do caminho para conquistar algo próprio. Assim, “A Arte De Fazer Inimigos” se apresenta como um manifesto de resistência e autenticidade diante das dificuldades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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