
Fugindo da Solidão
Goiano e Paranaense
A força da viola em "Fugindo da Solidão" como refúgio emocional
Em "Fugindo da Solidão", Goiano e Paranaense destacam a viola como uma verdadeira companheira, indo além de seu papel de instrumento musical. Para o narrador, a viola é um apoio emocional fundamental, funcionando como proteção e consolo diante das dificuldades da vida. Isso fica claro em versos como “Com ela enfrento saudade / Mudo sempre a realidade, fugindo da solidão”, onde a presença da viola ajuda a transformar a dor da saudade e das desilusões amorosas em algo suportável.
A música está inserida no contexto da tradição caipira raiz, valorizada por Goiano e Paranaense, onde a viola representa não só a cultura sertaneja, mas também a resistência emocional do homem do campo. A letra mostra que, mesmo diante de perdas e fracassos — “As dores de alguns fracassos eu transformo em canções” —, a música se torna uma forma de superar a solidão e seguir adiante. A repetição da ideia de que “não existe adeus que me faça chorar” quando o narrador está com a viola reforça o poder da arte e da tradição em transformar sofrimento em esperança e companhia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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