
No Fim Dos Tempos
Goiano e Paranaense
Reflexão social e espiritual em “No Fim Dos Tempos”
A música “No Fim Dos Tempos”, de Goiano e Paranaense, se destaca por unir a tradição da moda de viola a uma crítica social e espiritual pouco comum no sertanejo de raiz. A letra expressa uma preocupação clara com o rumo da humanidade, abordando temas como fome, guerra, vícios, abandono infantil e a crise de valores. Trechos como “fome a guerra estão nos rondando” e “nossos governantes de alma vazia” mostram um olhar crítico sobre a sociedade atual e seus líderes, reforçando o tom de denúncia e lamento presente na canção.
A música utiliza imagens marcantes, como “no mar da maldade estamos navegando para naufragar no esquecimento”, para transmitir a sensação de impotência diante do avanço do mal e da indiferença coletiva. O verso “subestimaram a sabedoria e as torres caíram em chamas na cidade” pode ser entendido como referência a grandes tragédias urbanas, sugerindo que a arrogância e a falta de sabedoria levam à destruição. No final, o apelo “Seria Senhor a grande profecia que o Mestre um dia ditou com razão” conecta a canção a uma dimensão espiritual, sugerindo que os acontecimentos atuais seriam o cumprimento de profecias bíblicas sobre o fim dos tempos. Assim, a música mistura crítica social, preocupação espiritual e um pedido de perdão, ampliando o alcance temático da música sertaneja sem perder sua essência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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