
The Angel And The Saint
Goldie Boutilier
Dualidade e libertação em "The Angel And The Saint"
Em "The Angel And The Saint", Goldie Boutilier explora a dualidade entre pureza e imperfeição, deixando claro esse contraste ao afirmar: "I'm an angel, but I'm no saint" ("Sou um anjo, mas não sou santa"). Inspirada por conversas com sua mãe, a artista reconhece sua própria complexidade: é capaz de bondade, mas não se encaixa em padrões de perfeição. As metáforas das "asas" e da recusa das "correntes" reforçam a busca por autonomia, simbolizando a libertação pessoal após superar desafios, como mostram os versos "I've paid my dues, I have done my time" ("Paguei minhas dívidas, cumpri meu tempo") e "Did what I had to do to make it out alive" ("Fiz o que precisava para sobreviver").
Goldie associa a música à ideia de recomeço, comparando-a a um hino para quem dirige por um deserto em direção a uma nova vida. Isso se reflete nas despedidas repetidas, como "Goodbye" ("Adeus") e "So long" ("Até logo"), que marcam o rompimento com o passado e a coragem de seguir em frente sem arrependimentos, como em "I feel no shame" ("Não sinto vergonha"). Assim, a canção transmite uma mensagem de autoafirmação e liberdade, celebrando tanto a vulnerabilidade quanto a força de quem decide recomeçar sem negar suas imperfeições.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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