
Eu Entrego a Deus
Gonzaguinha
A Revolta do Cotidiano: Uma Entrega a Deus
A música 'Eu Entrego a Deus', de Gonzaguinha, é uma crítica social contundente que aborda as dificuldades e injustiças enfrentadas pelo povo brasileiro no dia a dia. A letra é uma expressão de frustração e descontentamento com diversas figuras que representam a opressão e a exploração. Gonzaguinha, conhecido por suas composições que frequentemente abordam temas sociais e políticos, utiliza uma linguagem direta e irônica para expor as mazelas da sociedade.
No primeiro verso, o artista menciona 'o panaca que taca tanta água no meu leite', uma metáfora para a adulteração de produtos básicos, simbolizando a corrupção e a desonestidade que afetam a vida das pessoas comuns. A expressão 'não há quem aceite' reforça a indignação e a impotência diante dessas práticas. Em seguida, ele fala sobre 'o cretino que me mata na fila do feijão', referindo-se às dificuldades enfrentadas para obter alimentos básicos, uma crítica à desigualdade e à má distribuição de recursos.
A música continua com a entrega ao Senhor do 'doutor que deu fim ao meu dinheiro, o ano inteiro', uma referência aos profissionais que exploram financeiramente os mais vulneráveis, como médicos e outros prestadores de serviços. A letra culmina com a desconfiança de que 'o diabo é o diabo do patrão', uma crítica direta aos empregadores que exploram seus funcionários. Gonzaguinha, através de sua poesia, dá voz às angústias e revoltas do povo, utilizando a música como um meio de denúncia e resistência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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