
Mulher, e Daí? (Apenas Mulher)
Gonzaguinha
Empoderamento feminino e resistência em “Mulher, e Daí? (Apenas Mulher)”
Em “Mulher, e Daí? (Apenas Mulher)”, Gonzaguinha utiliza a repetição da pergunta “E daí?” como uma resposta direta ao julgamento e às expectativas sociais impostas às mulheres. Essa expressão funciona como um escudo, mostrando a recusa da protagonista em aceitar papéis tradicionais e limitadores. Ao adotar a perspectiva feminina, Gonzaguinha destaca a autonomia e a força de quem escolhe viver de acordo com seus próprios sentimentos, mesmo diante da indiferença ou reprovação da sociedade.
O verso “É uma pena que a moça não seja de cama e mesa / Um bicho, uma presa / Que depois de usada se guarda / Ou se joga na lata do lixo” denuncia de forma clara a objetificação e o descarte que muitas mulheres enfrentam, rejeitando esse destino com firmeza e ironia. A canção também valoriza a coragem de assumir desejos e vulnerabilidades, como em “Eu te amo e não temo este amor / Já vou indo, vou levando essa dor / Vou em paz, pois não temo a dor de amar demais”. Aqui, a protagonista encara seus sentimentos sem medo do sofrimento ou do julgamento. O refrão “E daí?” reforça que a opinião dos outros não define seu valor ou suas escolhas. Ao dar voz a uma mulher que reivindica igualdade – “os dois com a mão na colher” – Gonzaguinha transforma a música em um manifesto de autoafirmação e liberdade feminina, desafiando abertamente os estereótipos de gênero.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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