
Os Bonitin, Tão Virando Viadin
Gorila e Preto
Humor e crítica social em “Os Bonitin, Tão Virando Viadin”
A música “Os Bonitin, Tão Virando Viadin” de Gorila e Preto faz uma crítica bem-humorada e irônica aos homens que se afastam do padrão tradicional de masculinidade, especialmente aqueles que demonstram vaidade e se preocupam com a aparência. O tom de deboche aparece em versos como “caras que fica se depilando, se olhando no espelho se paquerando”, mostrando o incômodo do narrador com comportamentos considerados menos "masculinos" por certos grupos sociais. O contexto da internet, onde a música circula, reforça o caráter de sátira, refletindo uma reação exagerada e cômica à mudança de hábitos entre os homens.
O refrão repetido, “Os bonitin, tão virando viadin”, escancara o estereótipo de que homens vaidosos seriam automaticamente afeminados ou homossexuais. Essa visão, carregada de preconceito, é apresentada de forma escrachada, deixando claro o exagero e a intenção de provocar riso. Quando o narrador afirma “Ainda bem que eu sou estranho”, ele se coloca fora desse grupo, reafirmando sua identidade ligada ao padrão tradicional de masculinidade. Assim, a música retrata um momento em que normas de gênero estavam sendo questionadas, usando o humor para expressar desconforto e resistência diante dessas mudanças culturais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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