
Samba Enredo 1985 - Ibrahim, de leve eu chego lá
G.R.E.S. Acadêmicos de Santa Cruz
Ibrahim Sued e irreverência no “Samba Enredo 1985 - Ibrahim, de leve eu chego lá”
O samba-enredo “Samba Enredo 1985 - Ibrahim, de leve eu chego lá”, do G.R.E.S. Acadêmicos de Santa Cruz, presta uma homenagem bem-humorada e autêntica ao colunista social Ibrahim Sued. Logo no início, a música destaca frases marcantes do homenageado, como “Pode me chamar de cafajeste, oi / Eu sou e quem não é?”, que ironiza julgamentos sociais e reforça a ideia de que todos têm seus lados controversos. A expressão “gente fina é outra coisa”, criada por Ibrahim, também aparece, mostrando como ele influenciou o vocabulário popular e o comportamento da sociedade carioca.
A letra percorre a trajetória de Ibrahim Sued, ressaltando sua origem humilde — “filho de imigrante pobre / que lutou pra vencer” — e sua ascensão ao estrelato do colunismo social. O samba faz referência ao universo sofisticado das festas e eventos que ele cobria, citando elementos como “Roda baiana”, “desfile de moda” e “banquete com caviar”. Ao mencionar o bordão “Ademã, doa a quem doer”, a música evidencia a postura destemida de Ibrahim, que não se importava com críticas e sempre dizia o que pensava. No conjunto, o samba celebra a autenticidade, a superação e o espírito festivo, homenageando tanto o personagem quanto a mistura de classes e culturas do Rio de Janeiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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