Exibições da letra 68

Samba-Enredo 2025 - O Canto Caboclo da Amazônia

G.R.E.S. Piratas da Batucada de Belém

Letra

    Eu sou Piratas, caboclo da mata
    Vem ouvir o meu cantar
    E na aldeia pisar forte nesse chão
    A Batucada que bate no meu coração

    Eu sou Piratas, caboclo da mata
    Vem ouvir o meu cantar
    E na aldeia pisar forte nesse chão
    A Batucada que bate no meu coração

    Uirapuru cantou e encantou a mãe d'água
    Que da floresta viu a mata se curvar
    Ao som do compositor, a natureza sorriu
    Vitória régia floriu o rio mar
    A passarada que igual jamais se viu
    Desperta Yara, nos cafundós do Brasil
    Na Lua cheia, ela leva o pescador
    A sinfonia das águas que seduz o meu amor

    Toca o maracá pra curar
    Na força do pajé, um ritual de fé
    Meu samba na tristeza dá um nó
    Espanta o mal no toque do curimbó

    Toca o maracá pra curar
    Na força do pajé, um ritual de fé
    Meu samba na tristeza dá um nó
    Espanta o mal no toque do curimbó

    O vento tece doces melodias, entre folhas e cipós
    No balanço da toada, na força dos Carimbós
    Povo mestiço, energia que emana
    Magia Caruana no toque do tambor
    Axé, umbanda, jeje e nagô
    Axé, umbanda, jeje e nagô
    Mas é preciso preservar nossa riqueza
    Da Amazônia a beleza pelo mundo espelhar
    Tecnobrega, reco-reco de bambu
    Hoje o meu banzeiro faz tremer de norte a sul
    Tecnobrega, reco-reco de bambu
    Hoje o meu banzeiro faz tremer de norte a sul

    Eu sou Piratas, caboclo da mata
    Vem ouvir o meu cantar
    E na aldeia pisar forte nesse chão
    A Batucada que bate no meu coração

    Eu sou Piratas, caboclo da mata
    Vem ouvir o meu cantar
    E na aldeia pisar forte nesse chão
    A Batucada que bate no meu coração

    Uirapuru cantou e encantou a mãe d'água
    Que da floresta viu a mata se curvar
    Ao som do compositor, a natureza sorriu
    Vitória régia floriu o rio mar
    A passarada que igual jamais se viu
    Desperta Yara, nos cafundós do Brasil
    Na Lua cheia, ela leva o pescador
    A sinfonia das águas que seduz o meu amor

    Toca o maracá pra curar
    Na força do pajé, um ritual de fé
    Meu samba na tristeza dá um nó
    Espanta o mal no toque do curimbó

    Toca o maracá pra curar
    Na força do pajé, um ritual de fé
    Meu samba na tristeza dá um nó
    Espanta o mal no toque do curimbó

    O vento tece doces melodias, entre folhas e cipós
    No balanço da toada, na força dos Carimbós
    Povo mestiço, energia que emana
    Magia Caruana no toque do tambor
    Axé, umbanda, jeje e nagô
    Axé, umbanda, jeje e nagô
    Mas é preciso preservar nossa riqueza
    Da Amazônia a beleza pelo mundo espelhar
    Tecnobrega, reco-reco de bambu
    Hoje o meu banzeiro faz tremer de norte a sul
    Tecnobrega, reco-reco de bambu
    Hoje o meu banzeiro faz tremer de norte a sul

    Eu sou Piratas, caboclo da mata
    Vem ouvir o meu cantar
    E na aldeia pisar forte nesse chão
    A Batucada que bate no meu coração

    Eu sou Piratas, caboclo da mata
    Vem ouvir o meu cantar
    E na aldeia pisar forte nesse chão
    A Batucada que bate no meu coração


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