
Roseira Branca
Grupo Querência
A efemeridade do amor em "Roseira Branca" do Grupo Querência
Em "Roseira Branca", do Grupo Querência, a imagem da roseira branca ao lado do ranchinho simboliza como o amor pode florescer rapidamente, mas também murchar diante do desejo de liberdade e novas experiências. A música, inspirada na tradição gaúcha, conecta a natureza aos sentimentos humanos, usando a roseira como metáfora para o relacionamento. O verso “E muito depressa a roseira cresceu / O amor floresceu e com ela eu casei” mostra o início promissor do casal, enquanto “Roseira branca na beira da estrada / Não é mais morada, o ranchinho ruiu” revela a solidão e o abandono após a partida da amada.
A letra destaca a dor de quem fica, associando a perda do amor ao declínio da própria roseira, que “não dá mais flor” e “sofre que nem eu”. O trecho “Num falso reinado de nobre princesa / Vendendo beleza e trocando de amores” sugere que a mulher buscava liberdade e prazer, mas acabou se perdendo em ilusões, assim como a rosa que perde o perfume. O paralelo entre a mulher e a flor se intensifica quando ambas terminam sozinhas e sofrendo: “É eu, tu e ela sofrer separados / Lembrando o passado igual de nós três”. A canção expressa, de forma simples e melancólica, a fragilidade do amor e a tristeza de ver um sonho desfeito, restando apenas lembranças e saudade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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