Moço da Balinha
Grupo Quilombo de Irajá
Empatia e esperança em "Moço da Balinha" do Grupo Quilombo de Irajá
"Moço da Balinha", do Grupo Quilombo de Irajá, retrata a rotina dos vendedores ambulantes, especialmente no contexto urbano do Rio de Janeiro. A música destaca como esses trabalhadores, além de venderem doces como bala Juquinha, cocada, pipoca, jujuba e paçoca, carregam consigo a esperança de dias melhores e buscam levar alegria às crianças, mesmo enfrentando dificuldades. O verso “Traz o doce da esperança / Um confete de alegria / Pro suspiro da criança” mostra que os produtos vendidos representam mais do que simples mercadorias: são pequenos gestos de afeto e felicidade em meio à dureza do cotidiano nas ruas.
O refrão “Deixa o moço passar / Deixa o moço vender / Você não precisa comprar / Você só precisa entender” reforça a importância da empatia e do respeito por esses trabalhadores. A música evidencia que, muitas vezes, a renda obtida é insuficiente para sustentar a família, como no trecho “Tudo que eu arrecadar / Não vai dar nem pra comer / Pois meu filho espera / Igual o seu filho espera você”. Inspirada na realidade dos ambulantes, a canção busca sensibilizar o ouvinte para a dignidade e os desafios enfrentados por esses personagens urbanos. O tom acolhedor e levemente melancólico da música humaniza suas histórias e convida à compreensão e solidariedade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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