
Sou do Sereno
Grupo Raça
Liberdade e orgulho boêmio em “Sou do Sereno” do Grupo Raça
Em “Sou do Sereno”, o Grupo Raça retrata a vida boêmia dos sambistas cariocas, destacando a liberdade diante das regras sociais e dos horários convencionais. O refrão repetido, “Sou do sereno não tenho hora”, expressa essa postura de quem vive sem se prender a limites impostos, característica marcante do universo do samba. O verso “Se fecha a porta por dentro, eu durmo do lado de fora” mostra a aceitação das consequências desse estilo de vida, mas também revela uma leveza diante das dificuldades, sugerindo que o prazer de viver a noite e o samba supera qualquer desconforto passageiro.
O contexto do Grupo Raça, reconhecido como pioneiro do pagode romântico, contribui para a mistura de romantismo e celebração da boemia presente na música. Trechos como “Sou da lua e do sol também, sou do hoje e do amanhã” e “Me encontro ao me perder na madrugada” reforçam a ideia de viver intensamente, sem se preocupar com julgamentos. Ao afirmar “Eu não sou vagabundo não, sou mais um cantador”, a letra defende a dignidade do sambista e do boêmio, valorizando a música e a poesia como formas legítimas de existência. Assim, a canção transforma a vida noturna em motivo de orgulho, celebrando a autenticidade, a alegria e a resistência cultural do samba.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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