
Homem Das Ruas
Grupo Raça
Liberdade e boemia em “Homem Das Ruas” do Grupo Raça
“Homem Das Ruas”, do Grupo Raça, retrata com leveza o cotidiano do partideiro, personagem típico do samba carioca, que encontra nas ruas e na noite o seu verdadeiro espaço de pertencimento. O verso “Minha sina é ser partideiro” destaca o orgulho de ser sambista improvisador, alguém cuja vida gira em torno do improviso, da boemia e das rodas de samba, elementos essenciais da cultura popular do Rio de Janeiro nos anos 1980. O pedido “Ai meu Deus, iluminai o meu terreiro” mostra a ligação espiritual do sambista, que busca proteção e inspiração para seguir sua missão musical, vista quase como um chamado sagrado.
A música valoriza a liberdade e o prazer de viver sem restrições, como se vê em “Se fumar um, se bater um papo com a rapaziada, tomar uma cerveja bem gelada até pintar o sol”. Esse trecho evidencia a celebração do convívio, da noite e da alegria simples, reforçando o espírito livre do personagem. Já o verso “Não sou homem de uma mulher só, toda mulher é minha amada” pode ser interpretado tanto como expressão da boemia e do desapego quanto como símbolo do amor plural e universal que o samba representa. O contexto do Grupo Raça, pioneiro do pagode e ligado às rodas de samba, reforça a valorização da vida simples, da coletividade e da alegria de viver o presente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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