Festa da Crioula [explícito]
Grupo Vou Pro Sereno
Duplo sentido e irreverência em “Festa da Crioula [explícito]”
“Festa da Crioula [explícito]”, do Grupo Vou Pro Sereno, aposta em um humor escancarado e recheado de duplos sentidos, usando metáforas culinárias para abordar temas sexuais de forma aberta. Expressões como “nabo seco, nabo fresco ou nabo cru” e “tempero era de amargar” funcionam como códigos para desejos e práticas sexuais, transformando ingredientes e situações de cozinha em insinuações explícitas. O trecho “Quero cu, quero cu, quero cu, quero cu / Quero comer mas não posso” abandona qualquer sutileza, deixando claro o teor sexual da música e reforçando seu tom provocativo e irreverente.
Apesar do título remeter ao “Tambor de Crioula”, manifestação cultural do Maranhão, a letra não faz referência direta a essa tradição. O foco está em uma narrativa de festa e desejo, onde a figura da “crioula” é associada à habilidade de “temperar”, metáfora para sedução e prazer sexual. O humor da canção brinca com a ambiguidade das palavras e explora o contraste entre o explícito e o disfarçado, o que pode gerar controvérsia em ambientes mais conservadores. No geral, a música utiliza irreverência e duplo sentido para criar uma atmosfera descontraída e ousada, sem suavizar o conteúdo sexual.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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