
Fantoches
Guilherme Arantes
Crítica à hipocrisia e submissão em "Fantoches" de Guilherme Arantes
"Fantoches", de Guilherme Arantes, faz uma crítica direta a pessoas subservientes e traiçoeiras no ambiente de trabalho, como os chamados "capachos do chefe" e "puxa-sacos". Termos como "fantoches", "capachos" e "serpente que se arrasta pelo chão" são usados para mostrar o desprezo por quem abre mão da própria integridade para agradar superiores, agindo de forma falsa e interesseira. Essas expressões deixam claro o repúdio do artista à submissão, à hipocrisia e à falta de caráter que marcam relações profissionais baseadas em hierarquia e bajulação.
O contexto histórico da música, lançada durante o festival MPB 80, amplia o alcance da crítica. "Fantoches" pode ser entendida também como um comentário sobre os "podres poderes" e as estruturas de dominação presentes no Brasil, indo além do ambiente corporativo. A menção ao "dedo-duro" faz referência à delação e traição, práticas comuns em ambientes opressivos, seja no trabalho ou em regimes autoritários. Guilherme Arantes usa uma linguagem direta e até agressiva para denunciar comportamentos que mantêm injustiças e desigualdades, tornando a canção relevante tanto como crítica social quanto como um desabafo pessoal contra a falsidade e a submissão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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