
Pégaso Azul
Guilherme Arantes
Transcendência e juventude em "Pégaso Azul" de Guilherme Arantes
Em "Pégaso Azul", Guilherme Arantes utiliza a figura mitológica do Pégaso para expressar o desejo de transcendência diante do isolamento e das inquietações existenciais que marcaram sua juventude. O artista, influenciado por autores como Borges e Maiakovski, aborda temas como o distanciamento afetivo e a passagem do tempo, evidenciados em versos que mencionam o "povo de estranhos" e o envelhecimento dos pais. Esses elementos refletem uma percepção de solidão e de busca por sentido em meio à rotina urbana dos anos 1970.
O Pégaso, símbolo de liberdade e inspiração, representa o impulso de superar as limitações do cotidiano. A repetição do apelo “Oh! Pegasus! Oh! Voa!” reforça o desejo de escapar da realidade opressora e encontrar prazer nas "coisas que voam", ou seja, nos momentos de criatividade, sonho e leveza. O verso “não tive paz nenhum momento, mas é que são assim os que se criam nêste cimento” faz uma ligação direta com a experiência de crescer em ambientes urbanos hostis, onde a inquietação é constante. A influência do rock progressivo aparece na estrutura e atmosfera da música, unindo complexidade musical a uma mensagem acessível sobre amadurecimento, solidão e a busca por liberdade e beleza mesmo diante das adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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