Vejo as pessoas com o olhar mais estrangeiro
O olhar do estranhamento que não tem nada a perder
Vou sentar no meio-fio da rua, contra-mão da multidão
No frenesi dos carros sem sentido pra seguir
Não sou daqui
Que não tem pra onde fugir, oh yeah, baby!
Sem esconderijo pra sumir

Relógios galopando um tempo inútil que acelera
Quanto mais nos desespera está mais longe de acertar
A engrenagem não encaixa, e a cidade é uma cilada
Tem de tudoe não tem nada em que eu pudesse me achar
Não sou daqui
Que não tem pra onde fugir, oh yeah, baby!
Sem esconderijo pra sumir

Eu vejo um menino
Sujo, na esquina
Ele podia ser meu filho
Com seu olhar perdido
O mesmo que eu tinha
E a poluição me faz chorar

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Composição: Guilherme Arantes. Essa informação está errada? Nos avise.
Enviada por Laiza. Revisão por Gi. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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