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Puro Sangue (Libelo do Perdão)

Guilherme Arantes

Sou o sopro da manhã
Na direção do Sol
Do novo azul que se levanta

Sou o olhar que libertou
A luz de todo amor
A espada mais cortante e santa

Sou o avesso do poder
Que o mundo quer fazer
Que tudo ande pra trás
E a vida obedecer
A ritos e ancestrais de puro sangue

Sou libelo do perdão
Escrito pela mão
Sagrada do avatar
E a todo tempo, dentro de nós

Vem cantar, que os astros
São nossos sonhos
Vem cantar, que ninguém há de secar
A alegria de escolher
Qual a fonte dos nossos desejos

Vem, que os astros


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