
Algúria (Ou Disúria?)
Guilherme de Sá
Reflexões existenciais e fé em "Algúria (Ou Disúria?)"
O título "Algúria (Ou Disúria?)" já indica o tom da música de Guilherme de Sá: uma tentativa de dar nome a sentimentos e estados internos difíceis de definir. A dúvida entre os dois termos reforça a ideia de incerteza e de busca por autocompreensão, tema que atravessa toda a letra. O verso “No apócrifo temor de ser?” destaca o medo oculto de se entregar plenamente à própria existência, enquanto as imagens do "labirinto" e do "salto no abismo" representam os desafios e riscos de buscar sentido e autenticidade na vida.
A música também discute a importância da fé como elemento que dá profundidade à existência. No trecho “Porque uma vida sem fé / É apenas uma alvorada nua / Desprovida da certeza / De crer além de si”, Guilherme de Sá sugere que a fé é o que permite ir além do simples existir, trazendo propósito e esperança. A menção a “riremos de Newton” e à gravidade como “punição” questiona as limitações impostas pela realidade física, sugerindo que, após a morte, essas barreiras deixam de fazer sentido. O convite para “desprender” e “flutuar” simboliza a libertação dos pesos existenciais, enquanto a frase “bater no chão não é nada” propõe uma nova perspectiva sobre o medo do fracasso, incentivando uma postura mais leve e confiante diante das dificuldades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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