
Antiquário
Guilherme de Sá
Reflexão sobre o tempo e escolhas em "Antiquário"
Em "Antiquário", Guilherme de Sá utiliza o termo do título como uma metáfora para pessoas que resistem às pressões do mundo moderno e valorizam o que é considerado antigo ou fora de moda, principalmente na forma de lidar com o tempo e as prioridades da vida. A música questiona a tendência de adiar a felicidade, como fica evidente nos versos: “não espere a semana pela sexta, o mês pelo salário, o ano pelo Ano Novo”. Aqui, o artista critica a espera constante por momentos futuros e destaca a importância de viver o presente.
A letra também aborda a transitoriedade da vida ao afirmar: “nós somos instantes / e num instante não somos mais”, lembrando que tudo pode mudar rapidamente. O apego ao material é colocado em xeque no trecho: “tudo é uma questão de escolher / entre o ter e o ser”, mostrando que priorizar bens pode afastar as pessoas do que realmente importa. Já a frase “quem não cuidar do amanhã / logo fará sua manhã” reforça que o futuro depende das escolhas feitas agora, ressaltando a responsabilidade individual sobre o próprio tempo. Ao se autodefinir como "antiquário", Guilherme de Sá assume uma postura de resistência ao imediatismo e materialismo, defendendo a valorização do presente e das experiências autênticas, mesmo que isso pareça antiquado para a sociedade atual.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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