
Ares, Desares, Azares
Guilherme de Sá
Reflexões sobre instabilidade e paciência em “Ares, Desares, Azares”
Em “Ares, Desares, Azares”, Guilherme de Sá explora a instabilidade dos relacionamentos usando as palavras do título para representar diferentes aspectos que afetam o amor. "Ares" simboliza os humores e atmosferas que mudam, "desares" refere-se às decepções e "azares" aos acontecimentos inesperados que influenciam a vida a dois. Essa escolha de termos mostra como o amor é vulnerável a fatores tanto internos quanto externos, nem sempre sob nosso controle. O verso “Nada é eterno que não dure até amanhã” reforça a ideia de que os sentimentos são passageiros e que a continuidade de um relacionamento depende de um compromisso renovado diariamente, e não de promessas vagas de eternidade.
A música também fala sobre arrependimento e as dores causadas por erros do passado, como em “Lamento / Por nossos lamentos / Que ferem tantos sentimentos”, reconhecendo que mágoas e falhas fazem parte do amadurecimento emocional. Apesar disso, a mensagem principal é de resiliência e aceitação. No trecho “Se eu fosse pressa / Deveria aos poucos fugir / Mas por nós, veja / Sou paciência”, Guilherme de Sá contrapõe a impulsividade à paciência, defendendo que um relacionamento verdadeiro exige tempo, compreensão e disposição para lidar com as imperfeições do outro. O tom reflexivo e melancólico da canção destaca a importância de aceitar a transitoriedade das emoções e cultivar a paciência como caminho para um amor mais profundo e duradouro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Guilherme de Sá e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: