
Concerto N°108
Guilherme de Sá
Reflexão sobre valores e liberdade em “Concerto N°108”
Em “Concerto N°108”, Guilherme de Sá faz uma crítica clara ao consumismo e à busca incessante por bens materiais. O trecho “ter que parar de gastar para ter dinheiro pra gastar” evidencia o ciclo contraditório do consumo, mostrando como o acúmulo de posses não traz satisfação verdadeira. A letra reforça que a verdadeira riqueza está em valores que não podem ser vendidos, como princípios, afetos e experiências, ao afirmar: “sua fortuna não está nas coisas que possui, mas naquilo que jamais venderia”.
Outro ponto central é a relação entre liberdade e simplicidade. O verso “quem é incapaz de ser pobre não é capaz de ser livre” sugere que a liberdade está ligada à capacidade de abrir mão do excesso, e não ao acúmulo. A música também aponta a futilidade de buscar felicidade tanto na riqueza quanto na pobreza, pois ambas “fracassaram em suscitar a felicidade”. Ao criticar “ao miserável que possui o mundo e reclama da esmola dada ao indigente”, Guilherme de Sá destaca a insatisfação de quem nunca se contenta, mesmo tendo tudo. Por fim, a canção valoriza as relações autênticas, afirmando: “se o que deseja é ser grande, tenha um amigo de verdade”, conectando grandeza pessoal à amizade genuína e à vivência da verdade. O título, ao remeter à tradição clássica de numerar composições, sugere que essa reflexão sobre o que realmente importa é atemporal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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