
Fluctuat Nec Mergitur
Guilherme de Sá
Resiliência e autodescoberta em “Fluctuat Nec Mergitur”
O título “Fluctuat Nec Mergitur”, expressão em latim que significa “É sacudido pelas ondas, mas não afunda”, já indica o tema central da música de Guilherme de Sá: a resiliência diante das adversidades. Ao adotar o lema de Paris, o artista conecta a ideia de resistência histórica da cidade à experiência pessoal de transformação e superação retratada na letra. O verso “As torres de marfim ruíram e estão no chão” simboliza a queda de antigas certezas e ideais, sugerindo que o protagonista passou por um processo de desconstrução interna, onde estruturas antes consideradas sólidas foram abaladas.
A música aprofunda essa jornada ao abordar a busca por identidade e equilíbrio, como em “Procuro um eu num idílio lírico? Ou busco-me no equilíbrio que nunca tive?”. Essa dúvida revela um momento de crise existencial, mas também de autoconhecimento. O trecho “Ferido, fragmentado, mas ainda vivo / Ainda bate / Ainda” reforça a ideia de sobrevivência e persistência, mostrando que, mesmo após perdas e feridas emocionais, o personagem segue em frente. Assim como Paris, que resiste às tempestades sem afundar, o eu lírico se mantém de pé, transformado, mas resistente, destacando que a verdadeira força está em continuar apesar das quedas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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