
Impermanência
Guilherme de Sá
Reflexão sobre autenticidade e amor em "Impermanência"
"Impermanência", de Guilherme de Sá, convida o ouvinte a refletir sobre a autenticidade das experiências na era digital. Logo no início, a música faz uma adaptação da famosa dúvida de Shakespeare para "Selfie or (not) selfy" (Selfie ou (não) selfie), trazendo uma crítica direta à cultura das selfies e ao hábito de registrar tudo. Essa escolha destaca como a tecnologia pode nos afastar do momento presente, tornando as experiências superficiais. O verso "Congelado vendo sem enxergar / O abismo que te ameaça" reforça essa ideia, mostrando que, ao tentar capturar cada instante, corremos o risco de não vivenciar nada de verdade.
A canção também aborda o amor e a solidão de forma profunda. Ao dizer "O amor não envelhece, morre menino / Tem que ser imenso pra saber ser sozinho", Guilherme de Sá sugere que o amor verdadeiro exige maturidade e a capacidade de estar bem consigo mesmo. O amor nasce de uma solidão bem vivida e termina quando a solidão se transforma em isolamento. Assim, a música propõe aceitar a impermanência dos sentimentos e situações, sem apego ao passado ou medo do futuro. "Impermanência" incentiva a presença consciente e a busca de significado no agora, questionando valores atuais e propondo uma vivência mais autêntica.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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