
Onze
Guilherme de Sá
Crítica à fofoca e exclusão social em “Onze” de Guilherme de Sá
A música “Onze”, de Guilherme de Sá, aborda de forma clara como a fofoca e o julgamento coletivo se mantêm presentes em ambientes sociais. O título funciona como uma metáfora: mesmo depois de dez comentários maldosos, sempre há espaço para mais um, mostrando que a maledicência nunca termina. A letra destaca esse ciclo ao afirmar: “os bons nunca valeram nada na boca de quem não presta”, indicando que, independentemente das qualidades de alguém, ela será alvo de críticas quando julgada por pessoas que se dedicam a difamar.
A frase “prego que sobressai, martelada leva” reforça a ideia de que quem se destaca ou se recusa a participar dessas conversas acaba sendo punido ou excluído, tornando-se o novo alvo. O trecho “não sente a mesa onde se fala mal de alguém, ao levantar-se você vira o assunto” mostra como, ao tentar se afastar da fofoca, a pessoa inevitavelmente se torna o próximo tema das conversas. Com um tom direto e reflexivo, Guilherme de Sá faz uma crítica social à hipocrisia e à facilidade com que as pessoas perpetuam julgamentos, ampliando o ciclo de exclusão e difamação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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