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Reflexão sobre o tempo e fé em "Rara Calma"

"Rara Calma", de Guilherme de Sá, aborda de forma sensível a aceitação do envelhecimento e a valorização das experiências acumuladas ao longo da vida. A letra traz um olhar tranquilo sobre a passagem do tempo, como nos versos “O tempo voou nem percebi / Mas sou o mesmo homem que / Um dia você conheceu”, mostrando que, apesar das mudanças físicas, a essência permanece. O trecho “O espelho me diz que envelheci / E que mal pode existir / Em ter histórias pra contar?” reforça a ideia de que as memórias e amizades construídas são motivo de orgulho, não de tristeza, criando uma atmosfera acolhedora e reflexiva.

A espiritualidade, característica marcante na obra de Guilherme de Sá, também está presente em "Rara Calma". Isso aparece claramente em versos como “Sou o que sou, sem ti, sou fraco, mas sempre / Tive você aqui perto de mim”, sugerindo a presença constante de uma força maior, interpretada por muitos fãs como Deus, que oferece apoio e serenidade nos momentos difíceis. A entrega e confiança nessa presença se manifestam em “Abro o coração / Coloco-me aos seus pés / Noite escura agora, é manhã / E falo com rara calma”, simbolizando a transformação da angústia em paz. Assim, a canção une introspecção, espiritualidade e aceitação do tempo, tocando profundamente o público, especialmente em apresentações emocionantes como no festival Halleluya.

Composição: Rogério Feltrin / Guilherme De Sá. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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