
Soneto LXXVI
Guilherme de Sá
Reflexão sobre autenticidade e amor em "Soneto LXXVI"
Em "Soneto LXXVI", Guilherme de Sá faz uma referência direta ao poema homônimo de Shakespeare, que aborda temas como repetição, constância e originalidade tanto no amor quanto na criação artística. O artista traz essa discussão para sua música ao questionar: “Por que está o meu verso / Tão vazio de rompantes novos / Tão ausente de variações e adjetivos”. Aqui, ele expressa uma autocrítica sobre a falta de inovação em sua escrita, ecoando a inquietação de Shakespeare sobre a dificuldade de ser original sem perder a essência.
No verso “Tu é o amor são o anverso”, Guilherme sugere que o amor verdadeiro é o oposto da superficialidade das palavras rebuscadas. Ele valoriza a simplicidade e a constância, mostrando que a repetição não diminui a força do sentimento, mas reforça sua autenticidade. Inspirado pelo contexto do soneto shakespeariano, o artista transforma a limitação criativa em uma afirmação de sinceridade, defendendo que o amor, mesmo quando expresso de forma simples e repetida, continua sendo genuíno e poderoso.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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